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[Falsa Bandeira] Professor Suíço Refuta os Argumentos a Favor da Versão Oficial do 11 de Setembro

domingo, 8 de junho de 2014 |

Estratégia da Tensão e Ataques de Falsa Bandeira - Acadêmico Suíço Mostra Porque os Argumentos a Favor da Versão Oficial do 11 de Setembro São Falsos.

Como a evidência tem se acumulado de que a história oficial do 11 de setembro é falsa, o número cada vez menor de defensores da teoria da conspiração oficial foram reduzidos a dois argumentos. Um deles é que nenhum governo iria atacar o seu próprio povo ou ficar de lado enquanto os terroristas os atacavam. O outro argumento é que, se tal coisa tivesse acontecido, alguém teria falado.

Ataques de Falsa Bandeira

Para quem nunca ouviu o termo, ataques de falsa bandeira são ataques clandestinos onde um país comete ou apoia atos de terrorismo contra si próprio ou mesmo contra outra nação, e em seguida culpa outro país ou organização, de forma a justificar uma determinada agenda, como invasões de outros países ou a passagem de leis aumentando o poder do estado e diminuindo a liberdade e privacidade de sua população. É uma tática baseada na dialética hegeliana, conhecida também como regra de três ou a técnica do Problema -> Reação -> Solução, onde um problema é causado para provocar uma reação da população e mídia, e assim poder implementar as soluções que jamais seriam aceitas caso o problema inicial artificialmente criado não existisse.  Leia mais no post "[Problema, Reação, Solução] A Dialética Hegeliana e Seu Uso no Controle da Sociedade Moderna".


O professor Daniele Ganser, da Universidade de Basel, na Suíça demonstra que não há nenhuma base na história de qualquer um desses dois argumentos. Ele fornece detalhes de duas conspirações governamentais oficialmente reconhecidas para assassinar cidadãos por motivos políticos.

Uma é a Operação Gladio, oficialmente exposta pelo juiz italiano Felice Casson e pelo primeiro-ministro italiano Giulio Andreotti. Esta conspiração envolveu a CIA, a OTAN e a inteligência italiana. Os conspiradores detonaram bombas em locais públicos de cidades europeias, matando e mutilando cidadãos. Os ataques foram oficialmente atribuídos a comunistas e desacreditaram o Partido Comunista Italiano, terminando assim a sua ascensão nas pesquisas e eleições.

A outra é a Operação Northwoods, elaborado pelo Joint Chiefs of Staff dos EUA (Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos). Esta foi uma conspiração para matar americanos e culpar Castro. O objetivo da conspiração era criar medo e raiva entre a população dos EUA que iria posteriormente apoiar uma mudança de regime em Cuba. O general Lyman Lemnitzer, presidente do Joint Chiefs of Staff, não conseguiu convencer o presidente John F. Kennedy a continuar. Leia mais no post "Operação Northwoods: Como os EUA Planejaram Ataques de Falsa Bandeira Para Justificar uma Guerra contra Cuba"

Em seu livro, JFK and the Unspeakable, James W. Douglass conclui que a relutância do presidente Kennedy de usar a força militar contra Cuba e a União Soviética convenceu a Joint Chiefs of Staff, a CIA e até o Serviço Secreto de que Kennedy era ingênuo sobre os perigos do comunismo e confiava tolamente nas negociações com os soviéticos em vez de superá-los com a força. Julgado como um covarde, Kennedy foi visto como um passivo na posição dos Estados Unidos contra o comunismo ateu, e foi tomada a decisão de removê-lo por assassinato. A narrativa de Douglass é sustentada com uma pesquisa muito mais exaustiva e fatos do que a história oficial de que Kennedy foi assassinado por um louco solitário que disparou improváveis tiros de sorte e foi assassinado dentro da prisão em Dallas, antes que pudesse ser questionado.

Você pode ler o artigo do Professor Ganser aqui (em inglês) "A Estratégia da Tensão no Período da Guerra Fria":

Journal of 9/11 Studies: The “Strategy of Tension” in the Cold War Period* (PDF)

Abaixo traduzi a parte inicial do trabalho a seguir um vídeo da palestra de Professor Ganser na Universidade de Basel (em inglês), dez anos após o 11 de setembro:

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"A Estratégia da Tensão no Período da Guerra Fria"


Os historiadores hoje e nos próximos anos enfrentam um desafio: eles devem escrever a história dos eventos de 11 de setembro de 2001. O que eles escrevem será ensinado em aulas de história. Mas o que eles vão escrever? Será que eles vão escrever que Osama Bin Laden enviou 19 muçulmanos para lançar um ataque surpresa contra os EUA? Ou será que eles escreverão que a administração do presidente George W. Bush foi  responsável pelo ataque, seja construindo-o ou deliberadamente permitindo que acontecesse, a fim de chocar a população americana e criar um pretexto para aumentar os gastos militares e atacar o Afeganistão e o Iraque?

Tendo examinado a maioria dos dados relacionados com os eventos de 11 de setembro, estou convencido de uma nova e completa investigação é necessária. Mas quando eu questionei a narrativa oficial do 11 de setembro em meu país natal, a Suíça, eu ​​encontrei objeções vigorosas das pessoas. Por que qualquer governo no mundo, eles perguntaram, atacaria sua própria população, ou de uma forma apenas um pouco menos criminosa, porque deliberadamente permitiria que um grupo estrangeiro realizasse esse tipo de ataque? Enquanto as ditaduras brutais, como o regime de Pol Pot no Camboja, são conhecidos por ter tido pouco respeito pela vida e dignidade dos seus cidadãos, sem dúvida, uma democracia ocidental, o pensamento vai, não se envolveria em tal abuso de poder. E se elementos criminosos dentro de uma democracia ocidental, na América do Norte ou na Europa, tivessem se envolvido em tal crime, oficiais não eleitos ou a mídia descobririam e informariam sobre isso? É concebível que as pessoas criminosas dentro de um governo poderiam cometer operações terroristas contra cidadãos inocentes, que apoiam o mesmo governo com os impostos que pagam todos os anos?

Será que ninguém notaria? Estas são perguntas difíceis, mesmo para os acadêmicos que se especializam na história da guerra secreta. Mas, na verdade, há exemplos históricos dessas operações sendo implementados pelas democracias ocidentais.

Neste ensaio, eu não vou lidar diretamente com o 11 de setembro, mas irei analisar o que podemos aprender com a história. Vou relatar alguns dos mais recentes dados acadêmicos sobre a guerra secreta durante a Guerra Fria. A estratégia militar secreta que tem como alvo populações domésticas com o terrorismo de fato existe. Ela é chamada de "estratégia da tensão". E foi implementada pelas democracias ocidentais.

Nota: para um resumo dos muitos questionamentos sobre o 11 de setembro veja nosso post e vídeo "[VIDEO] 11 de Setembro: Uma Teoria da Conspiração (em cinco minutos)".

A Estratégia da Tensão

É provavelmente justo dizer que dos cerca de sete bilhões de pessoas que vivem em nosso planeta hoje em dia, muito menos de um por cento já ouviu falar da "estratégia da tensão". E um número muito reduzido destes poderia ilustrar a estratégia com exemplos histórico específicos. Na verdade, é uma estratégia de um mundo de sombras, conhecido apenas por alguns oficiais militares e de inteligência (e alguns criminosos) que a realizaram, alguns policiais e juízes que lutaram contra ela, e um punhado de jornalistas e acadêmicos escreveram sobre o assunto.

Em sua essência, a estratégia da tensão tem como alvo as emoções dos seres humanos e tem como objetivo espalhar o máximo de medo entre o grupo alvo. "Tensão" refere-se ao sofrimento emocional e medo psicológico, ao passo que a "estratégia" refere-se à técnica de trazer a angústia e medo. Um ataque terrorista em um local público, como uma estação de trem, um mercado, ou um ônibus escolar, é a técnica típica através da qual a estratégia de tensão é implementada. Após o ataque, e este é um elemento crucial, os agentes secretos que realizaram o crime culpam um adversário político, removendo e plantando provas.

Deve-se notar que as metas da estratégia da tensão não são os mortos e os feridos dos ataques terroristas, como muitos poderiam supor. Os alvos são os adversários políticos, que estão desacreditados através do ataque, e aqueles que permanecem incólumes, mas tomam conhecimento do ataque, vindo assim a temer por suas vidas e as de seus entes queridos. Uma vez que os objetivos da estratégia são para desacreditar os adversários e criar o medo, as metas reais não são as pessoas que foram mortas, seja o número na casa das dezenas ou dos  milhares, mas sim os milhões de pessoas que sobrevivem fisicamente ilesos, mas emocionalmente perturbados.

A estratégia de tensão faz parte do que é chamado de "guerra psicológica" ou PSYWAR. Como o termo indica, esta forma de guerra não ataca os corpos humanos, tanques, aviões, navios, satélites e casas, a fim de destruí-los, mas psiques humanas, mentes humanas. Deixando de lado o fato de que os filósofos, psicólogos, neurologistas e teólogos nunca foram totalmente capazes de entrar em um acordo sobre o que exatamente é a "mente", podemos para nossos propósitos aqui defini-la simplesmente como nossa capacidade humana de pensar e sentir. Se um grupo pode ter acesso a nossos pensamentos e nossos sentimentos sem que apercebamos, ele pode exercer grande poder sobre nós. Uma vez que percebemos que nossa psique está sendo manipulada por meio da guerra psicológica, a técnica perde um pouco do seu efeito.

A guerra psicológica desempenhou um papel central na Segunda Guerra Mundial e todas as guerras que se seguiram. Foi usada por líderes militares na Europa, Américas, Ásia, Austrália e África. Às vezes é popularmente conhecido como "propaganda", mas a propaganda é apenas uma forma de guerra psicológica. A Estratégia de Tensão é uma forma menos conhecida. O Departamento de Defesa dos EUA define guerra psicológica como: "O uso planejado da propaganda e outras ações psicológicas com o objetivo principal de influenciar as opiniões, emoções, atitudes e comportamento dos grupos estrangeiros hostis, de tal forma a apoiar a realização dos objetivos nacionais".

Guerra psicológica pode vir na forma em muitos panfletos diferentes e aparentemente não relacionadas, cartazes, ou programas de televisão, todos projetados para moldar o pensamento e sentimento do grupo-alvo. Ou pode vir na forma de um ataque terrorista realizado por agentes secretos e colocada a culpa em um adversário político. Não é necessário dizer que, o terrorismo da estratégia da tensão que mata pessoas inocentes é uma forma muito mais radical e brutal da guerra psicológica do que jogar folhetos de papel a partir de um avião sobre o território inimigo. Mas as duas formas de guerra psicológica estão ligados em seu alvo na mente -  as emoções e os pensamentos das pessoas. Agora vou dar alguns exemplos históricos do terrorismo da estratégia da tensão.

Sem dúvida as melhores dados históricos disponíveis hoje sobre a estratégia da tensão vem da Itália, onde os juízes, parlamentares e acadêmicos juntos continuam a fazer grandes esforços para compreender e descrever esta estratégia secreta.

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Leia mais: 



"Teorias da Conspiração" A Caça as Bruxas Contra a Pesquisa e Análise Independente









Lição de Casa Insana: Qual Seria sua Carta de Despedida se Fosse uma Vítima no 11 de Setembro







Fontes:
- Fórum Anti Nova Ordem Mundial: False Flag Attacks - artigo convidado pelo Professor Daniele Ganser, da Universidade de Basel
- Paul Craig Roberts: False Flag Attacks — Guest Article by Professor Daniele Ganser, University of Basel 

Um comentário:

Anônimo disse...

Os Americanos deveriam agradecer John F.Kennedy, por não ter permitido os EUA atacar a URSS, pois os Soviéticos iriam massacrá-los, aliás há quem diga que os Russos no auge da guerra fria teria convocado o Tio Sam para uma guerra em campo neutro e os Americanos simplesmente não aceitaram, se é verdade ou mentira não sei dizer.
O único fato que conheço é que os EUA sabia bem do poder de fogo da URSS, esse medo era visível.

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