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Tribunal da França Manda Desmontar Torres Eólicas: Prejudicam aos Homens e à Natureza

quarta-feira, 11 de junho de 2014 |

Os proprietários do castelo de Flers, na região francesa Nord-Pas-de-Calais, obtiveram ganho de causa no Tribunal de Grande Instância de Montpellier, o qual ordenou desmontar dez torres eólicas responsáveis por danos à saúde e ao horizonte visual do castelo e da aldeia vizinha.

A Compagnie du Vent, filial da grande empresa de eletricidade GDF-Suez, também foi condenada a pagar indenizações e vai recorrer.

A sentença causou rebuliço nas fileiras ambientalistas, e segundo o jornal “Le Monde”, poucas sentenças foram tão consultadas, copiadas e analisadas em toda a França.

Pois as queixas contra as torres eólicas estão se fazendo ouvir pelo país inteiro, enquanto cientistas e economistas criticam seu custo e real utilidade.

Para o ambientalismo há o risco de se abrir uma “caixa de Pandora” de processos contra as torres eólicas, até agora consideradas como totens intocáveis das “energias limpas” tão propaladas por certo ecologismo utópico.

Para moradores, torres eólicas estragaram o meio ambiente original

Na realidade a produção de energia elétrica dessas imensas hélices está muito abaixo do prometido, e os danos à população e ao meio-ambiente estão ficando intoleráveis para as populações atingidas.

Os autoproclamados defensores “verdes” apareceram, mas para agir contra o meio-ambiente!

É uma decisão alucinante, disse o advogado ambientalista Alexandre Faro. Eu acho que eles não ganharão na segunda instância, ainda que seja só pelo mau precedente que uma decisão dessas pode criar”.

Os castelões de Flers invocaram ante o Tribunal de Montpellier os danos sonoros e visuais que sofre a população, assim como “a total desnaturação da paisagem bucólica e campestre”.

Esses argumentos são muito do agrado dos ambientalistas e deveriam conquistá-los. 

Mas não! A utopia “verde” quer uma coisa diferente da que promete.

E o ambientalismo caiu em cima dos defensores da natureza.

As dez torres eólicas implantadas a 40 km de Amiens não serão desmontadas enquanto o apelo não for julgado.

Segundo os castelões, elas estragam a vida das pessoas e o horizonte do castelo, um elegante prédio histórico do século XVIII profundamente integrado na natureza local com um parque de 17 hectares.

O castelo de Flers existe há séculos bem encaixado na natureza.
Mas, as torres do ambientalismo estragaram o meio ambiente.

As ventanias e os assovios produzidos pelos movimentos das pás desses moinhos de tamanho monstruoso são claramente audíveis e estragam a vida outrora tranquila da cidadezinha de Flers.

Elas atingem 110 metros de altura e emitem um flash luminoso a cada dois segundos, dia e noite.

Os juízes do Tribunal viram nisso um fator gerador de “tensão nervosa” entre os habitantes. Voltando ao castelo após a restauração, “parecia um verdadeiro jogo de fogos”, disse a castelã Ingrid Wallecan.

De fato, a Companhia do Vento consultou os vizinhos, porém ninguém sabia ao certo as consequências reais desses imensos engenhos. No máximo tinham ouvido falar positivamente na TV.

Agora estão imersos no pesadelo. Os políticos locais estão contentes com o lucro adicional proporcionado pelas torres eólicas.

Leia mais:



Denunciado Esquema da União Europeia para Financiar ONGs Ambientalistas







Cientistas Publicam Livro com 15 Verdades que Abalam o Ambientalismo




Fontes:
- Verde a Nova Cor do Comunismo: Tribunal da França manda desmontar torres eólicas: prejudicam aos homens e à natureza
Le Monde: Les « seigneurs » de Flers ne veulent pas d'éoliennes devant leur château

Um comentário:

Haja Luz disse...

Não região onde estou, existem dezenas, se calhar centenas deles, além de alterarem a paisagem, produzem poluição sonora.
Aliás a poluição sonora, é um dos principais factores de stress, que vai desgastando lentamente o organismo, levando posteriormente á doença.
É uma das principais técnicas utilizadas pelas forças involutivas para enfraquecer o ser humano.
Um ruído normal é uma coisa que acontece extemporaneamente, e o corpo humano assimila sem danos, um ruído constante, permanente, origina uma resposta mesmo que involuntária do corpo, e passado algum tempo vai debilitar e provocar alterações fisiológicas que levam ao adoecimento. O corpo humano tem limites, que quando ultrapassados desencadeiam a desordem.
Eles sabem disso, e é por isso que a utilizam.
Assim agridem as pessoas na obscuridade, sem serem detectados, que é como esses seres covardes actuam.
Exponho aqui uma situação real de poluição sonora, numa cidade pequena, que á uns anos não existia.

fogo de artifício e outros dispositivos

Penso que agora têm outro nome pois foram proibidos os foguetes tradicionais, os novos aumentaram consideravelmente o ruído emitido. No concelho em média, são ouvidos os estrondos dos foguetes, cerca de 150 a 180 dias por ano. Com maior frequência entre os meses de junho e setembro, estando as pessoas a ser "bombardeadas" mais de 70 dias seguidos, começando em alguns locais por volta as 6 da manhã e terminando cerca das 3 da manhã, conforme o grau de inconsciência e alcoolemia, de quem lança os foguetes. Todos os anos são ouvidos centenas de milhar de estrondos, que se propagam por vários quilómetros, a maioria deles ultrapassando em muito os 120 decibéis. Se antigamente ainda havia razão para os foguetes, por não haver os meios de comunicação que há hoje, que apesar de tudo eram lançados em muito menor quantidade, hoje em dia, em que a maioria das pessoas tem meio de transporte, onde há rádios que anunciam as festividades, jornal local que anuncia, internet, prospectos e cartazes, não faz qualquer sentido os foguetes, muito menos nas quantidades exorbitantes que são lançados. Há também uns dispositivos que emitem um barulho semelhante, durante mais de 12 horas seguidas.

Cães

Nesta região, por ser uma zona rural, sempre houve bastantes animais, contudo de alguns anos para cá as localidades foram "invadidas" por cães de médio grande porte, fruto da propaganda efectuada.

Nada a objectar contra a chegada dos animais, desde que se enquadrassem dentro das regras, pois sempre tive cães. O problema é que os cães não foram, e não são educados, e "presenteiam" as pessoas com um latido constante de noite e de dia, mas mais de noite, audível a várias centenas de metros, sendo emissores constantes de ruído, acabando com o silêncio e o sossego. As autoridades demitem-se das suas funções, e quando avisadas nada fazem.

Condutores se veículos de emergência

O ruído provocado por estes indivíduos, beira a irracionalidade. Estes indivíduos independentemente, da hora e do trânsito, ligam as luzes rotativas, ligam as sirenes, e o pior de tudo metem-se a apitar, uma buzina que emite um ruído muito superior ao da sirene, várias dezenas de vezes por dia. Eles fazem isto, de noite, de madrugada, sem qualquer trânsito. Se tivessem que conduzir em grandes cidades, em vias com várias faixas de rodagem, teriam que levar vários batedores á frente, e sempre a apitar.

Esta situação é algo que eu só observo aqui. Sem quaisquer veículos á frente eles metem-se a apitar. Quem conhece a região e a cidade, sabe que é uma cidade pequena, em cidades similares, e maiores não há o que aqui se passa. Passo por vezes dias noutras cidades e não ouço uma buzina, ouve-se de vez em quando uma sirene. Sei que existem reclamações, mas mais uma vez as autoridades, nada fazem.

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