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12 Verdades Chocantes sobre os Perigos dos Medicamentos Psiquiátricos

sexta-feira, 25 de abril de 2014 |

Cada dia, médicos e psiquiatras espalham medicamentos modificadores de comportamento para uma ampla variedade de transtornos psiquiátricos.

Os transtornos vão desde a depressão e TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e hiperatividade) até os transtornos bipolares e de ansiedade. Mas há uma sórdida história de como funcionam estes medicamentos, a forma como chegam ao mercado e como interferem na vida dos que os consumem.

Aqui estão 12 fatos que destacam a história devastadora que está por trás das drogas psiquiátricas:

1 - Nenhum teste pode comprovar a existência de um "transtorno mental"
Nenhuma análise de sangue, urina ou desiquilíbrio químico é capaz de detectar a presença de uma doença mental. Nem mesmo o raio X ou exames cerebrais. Isto leva muitos a acreditarem que muitos pacientes sãos podem receber um diagnóstico de transtorno mental, exibindo, até mesmo, sintomas menores. Muitos destes sintomas são stress ou dificuldade de concentração, questões muitas vezes que podem ser atribuídos a uma resposta natural ao stress diário.

2 - A Indústria Psiquiátrica movimenta 725 milhões de reais
Esta é uma enorme cifra e entram em jogo muitas forças que lutam para preservar e aumentar o negócio.
Embora a maioria dos médicos não sejam mercenários pelo simples feito de prescrever drogas psiquiátricas, sim, existem argumentos para exercer um possível conflito de interesse quando se trata de prescrição de medicamentos psiquiátricos.


3 - Globalmente, mais de 100 milhões de pessoas tomam medicamentos psiquiátricos
Um número exageradamente alto. O que está acontecendo conosco, que muitos de nós sentimos a necessidade de medicar-nos?

4 - Militares Veteranos dos EUA: 23 soldados e veteranos de guerra se suicidam por dia
A parte mais impressionante e importante desta estatística é que esses suicídios ocorrem, mesmo com o uso de antidepressivos. Estes suicídios são muitas vezes devido a um transtorno de estresse pós-traumático, juntamente com a incapacidade de lidar com a vida civil. Até agora, a única solução foi a de fornecer aos afetados ainda mais medicamentos psiquiátricos.


5 - No mundo, 17 milhões de crianças ingerem drogas psiquiátricas
Dizer que se trata de uma perigosa epidemia é um eufemismo. As agências reguladoras na Europa, Austrália e Estados Unidos já emitiram advertências sobre o potencial dos antidepressivos serem a causa de suicídio, raiva e hostilidade em crianças.

6 - 10 milhões destas crianças vivem nos EUA
Isso significa que os Estados Unidos tem, nada mais nada menos, que 30% a mais de crianças que o resto mundo junto, submetidos a estimuladores viciantes, antidepressivos e outros perigosos medicamentos que alteram suas mentes.


7 - Foram emitidos advertências sobre o perigo de medicamentos como Ritalin e Concerta
E não são os únicos: outros estimuladores psiquiátricos já foram identificados por seus efeitos sobre as crianças. Qual o problema? Bom, para começar, estes medicamentos podem provocar comportamento psicótico, ataques cardíacos, acidente vascular cerebral e morte súbita. E se isso não for suficiente, provocam pensamentos suicidas e comportamentos violentos.

8 - Os antidepressivos vêm com uma etiqueta de advertência
Em 2004, a FDA ordenou que se colocasse uma etiqueta em todos os antidepressivos com o fim de alertar os riscos de suicídio causado pelos medicamentos psiquiátricos em crianças e adolescentes. Sendo adulto, no entanto, não garantem segurança. Em 2006, a FDA aumentou a idade para incluir os adultos jovens de até 25 anos de idade.

9 - As crianças de até cinco anos são o grupo em maior crescimento em antidepressivos prescritos
Todas as crianças menores de 5 anos que você conheça são agora o alvo destas drogas. Imagine isto, de 1995 à 1999, o uso de antidepressivos aumentaram 580% em crianças de 6 anos ou menos. E durante o mesmo período, cresceu 151% o grupo de idades compreendidas entre 7 e 12 anos.

10 - 10% dos adolescentes abusam do Ritalin e Adderall
Não é de se estranhar, pois estas drogas são muito viciantes. Infelizmente, devido ao enorme nível de prescrições destes medicamentos à crianças, a disponibilidade não representa um grande problema. Não é necessário ir aos bairros marginais para obtê-los.


11 - A medicina geral prescreve 70% dos medicamentos psicotrópicos
Sem ofensa para a medicina familiar, mas, é o mais adequado prescrever tais medicamentos? Esta estatística, literalmente significa que a maioria destas drogas são prescritas sem uma evolução psiquiátrica que determine se são necessários, apropriados ou seguros.

12 - Alguns relatos mostram que os antidepressivos não são melhores do que o placebo
Enquanto os relatórios publicados mostram 94% de efetividade, se olharmos para todos os relatórios apresentados pela FDA, somente 50% dos resultados positivos foram relatados. Portanto, para cerca de 50% dos pacientes, teria sido melhor tomar um placebo. Além disso, 31% dos estudos registrados pela FDA não são divulgados.

Um comentário final
Embora nem todo mundo venha a sucumbir aos efeitos negativos dos medicamentos psiquiátrico, o risco de efeitos secundários negativos não podem ser ignorados. Em alguns casos, os remédios naturais podem ser uma opção viável.

Leia mais:




[Documentário] O Marketing da Loucura: Somos Todos Insanos?









[DOCUMENTÁRIO] Psiquiatria: Uma Indústria da Morte











DSM-5: A Psiquiatria Enlouqueceu: Toda emoção Humana Agora é Classificada como uma Desordem Mental







Fontes:
via Blog Anti-NOM
- Notícias Naturais: 12 Verdades Chocantes sobre os Perigos dos Medicamentos Psiquiátricos
- Periodismo Alternativo: 12 verdades impactantes sobre los peligros de los medicamentos Psiquiátricos
- Global Healing Center: 12 Shocking Facts About the Dangers of Psychiatric Drugs
- El Robot Pescador: 12 verdades impactantes sobre los peligros de los medicamentos Psiquiátricos

4 comentários:

BielX disse...

Peço que o autor do site por favor não desista de continuar este projeto... São muitas informações valiosas envolvendo a verdade.
A verdade que não é veiculada na mídia massiva - tv, sites famosos, rádio, banners etc - estamos te apoiando, não desista de continuar seu projeto.

sheila Duarte disse...

bem como otratamento é eficaz e como td remedio ate os de vermes tem efeitos tais como os dop antidepressivos, como faremos para tratar? sedependemos disso, eu mesma melhorei muito depois que iniciei o tratamento com o rivotril,m foi op melhor ate agora, ja tomei muitos, o bup por exemplo;ele me enlouqueceu de tal forma que nem em pe direito eu ficava, arrancava roupa e cabelos, o pondera ,me engordou 18 kilos e ate agora so perdi 3k, ta dificil o limbritol foiu como agua, eu só acho que deveria existir remedios sem tantos efeitos colaterais, tais como suicidio, se a pesseoa toma exatamente para n o cometer então porq é um dos efeitos, loucura isso, mas n da pra ficar sem, essa é a parada.

Bernardo disse...

Faltou mencionar os efeitos excruciantes da retirada dos antidepressivos, que não raro causam dependência.
Minha experiência com o Cloridrato de Venlafaxina foi particularmente aterrorizadora - http://venlafaxina.wordpress.com

Renata Gomes Andrade disse...

Meu Deus, é verdade, até faço uma súplica a este site, de ajudar através de informações, quem não consegue se desvincular do remédio, é horrível, só quem passa sabe. Tomo desde 12 anos de idade, sempre fui uma criança nervosa, pois minha mae surtou quando estava grávida de mim, e cresci num lar destruído, por álcool e brigas. Mas creio que nao precisaria nunca ter tomado medicação se eu fosse tirada daquele meio hostil. So que quando cresci mais um pouco, 17 anos, estava no ensino médio, então o estudo nos mostra certas coisas, descobri que nunca precisaria ter tomado, só que já era tarde, pois tentei parar e depois de um tempo, meses,tive crises convulsivas, coisa que nunca tive na vida, apareceu diabetes, pressão alta, do nada, nunca tive essas doenças, e surtei também. Fui levada ao pronto socorro, e o médico que me atendeu perguntou se eu já havia usado drogas, nossa fiquei chocada, disse que nunca, que só tomava remédios controlados, ele me explicou tudo, e disse que infelizmente não existe cura para retirada do remédio, ele era contra o uso de medicação, na forma abusiva e descuidada que outros médicos prescrevem. Mas não tinha mais jeito, e percebi o desapontamento dele. Voltei tomar a medicação e em um mês sumiu diabetes, pressão alta, convulsão, nos exames estava tudo normal como se nada tivesse alterado, era tudo emocional. Por isso se alguém souber como posso fazer quanto a isso, postem por favor. Obrigada

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