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Blindfolded: Ecritor Brasileiro Expõe a Nova Ordem Mundial Através da Ficção

segunda-feira, 26 de novembro de 2012 |
Recebi um email do autor do livro Blindfolded (de olhos vendados), da Editora Novo Século. O livro é uma ficção que retrata vários elementos da NOM como governo mundial, HAARP, e uma população totalmente manipulada. Ainda não tive chance de ler mas parece ser bem interessante, além do que realmente é uma ótima ideia para introduzir a ideia da NOM (Nova Ordem Mundial) de forma indireta. O escritor informou irá doar alguns exemplares, os quais iremos sortear entre os membros ativos do Fórum Anti-NOM.

Com as palavras, o próprio autor: 

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Olá. Descobri o site de vocês há alguns dias e percebi que existem pessoas que pensam exatamente como eu a respeito da Nova Ordem Mundial. Eu sou escritor e estou lançando em dezembro o livro BLINDFOLDED (que significa "com os olhos vendados"), onde, numa ficção cientifica, retrato a dominação do planeta pelas ondas HAARP, controladas pelo Governo Mundial,. que extingue os paises e põe em prática a agenda da Nova Ordem, entrando em guerra contra a CIDADE DA LIBERDADE, liderada pela general Brenda Slava, a personagem principal. Mostrar para as pessoas, sob a forma de ficção, como eles estão urdindo o plano de dominação mundial tem como surtir efeito.
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Assista abaixo o trailer do livro Blindfolded:


 Leia ainda o artigo no site do Projeto Teia:

J. Marins lança BLINDFOLDED e A CASA NÚMERO 11
Os amantes da boa ficção estão de parabéns.

Dois extraordinários livros estão chegando ao mercado, e estarão nas livrarias a partir de dezembro, pelo selo Novo Século.

Trata-se das obras BLINDFOLDED, do autor J. Marins e A CASA NÚMERO 11, de Renato Ozz. Os autores, que são agenciados por Diana Lima e representados pela escritora Renata Prazeres, apresentam, com os livros, duas obras-primas da ficção científica e terror/suspense.

Segundo informações da Editora Novo Século, os lançamentos serão simultâneos em todo o território nacional, já no mês de dezembro. As obras terão websites promocionais e contarão com a aceitação do público interessado por bons enredos, trazidos à baila por dois excelentes escritores.

Confira, abaixo, as sinopses das obras, podendo assistir os videos dos respectivos book trailers, nos links abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=N5m-RVkEX_w

SINOPSE BLINDFOLDED:

Em 2072 d.C., o Governo Mundial, controlado por um grupo intitulado LUZ, impõe o controle mental dos humanos, transformando-os em zumbis vivos, através de estações de radiodifusão eletromagnética e eletroquímica, que espalham as hipnóticas ondas HAARP pelo planeta.
Os países foram extintos, seus territórios redesenhados, as religiões foram banidas e um novo sistema de força e poder foi estabelecido pelos senhores do mundo.
Numa época hostil e em guerra, poucos milhares de humanos permanecem verdadeiramente livres, sobrevivendo nas zonas territoriais da Cidade da Liberdade, cujos líderes decidem reagir, organizando uma ação para livrar a Terra do controle HAARP e aniquilar o inimigo dentro do seu coração.
Para lutar contra o poder HAARP e as forças da LUZ, a fenomenal general Brenda Slava precisará do apoio e da lealdade dos seus aliados. Mas, num tempo tão sinistro e incerto, a coragem e a traição conviverão juntas com reviravoltas, batalhas tecnológicas fantásticas e, sobretudo, com uma disputa jamais vista pelo poder.

Participe da discussão no fórum e concorra a um exemplar do livro!!

Saiba mais sobre o escritor:

J. Marins - Escritor, ativista, brasileiro, sua iniciação nas Letras se deu no ano de 1988, quando publicou junto com Germano Machado e alguns outros escritores, as coletâneas de Contos e Crônicas Cinco Contistas da Bahia e Contos que a Bahia Conta, ambos com o selo da Editoração Cepa.
Posteriormente, no decorrer da década de 1990, J. Marins editou e publicou doze livros técnicos de Direito e Português, todos voltados para concursos públicos. Em 2004, lançou o seu primeiro romance, O Dia Do Palindromo. Em 2008, lançou A gêmea de Cristo, A Irmandade da Cobra que Fuma, A Pedra e Uggri: O Homem Que Procurava O Arco-íris.


Atualização:

O autor me enviou o início do livro para mim, contendo a introdução e o primeiro capítulo do livro, os quais irei disponibilizar ao fim do post para que as pessoas possam ter uma opinião um pouco mais informada.

Informo ainda que o autor irá doar 5 livros para o blog/fórum. Um será o meu exemplar ;) Os outros 4 irei doar para membros ativos do fórum Anti-NOM.

Em relação aos comentários feito abaixo, inicialmente gostaria informar que os livros anteriores do autor pouco importam para mim, mas sim este que estamos reportando neste post. Se escreveu sobre UFOs, ou sobre a vida de uma suposta irmã de Jesus, realmente pouco me importa. Provavelmente não compartilho a mesma opinião que ele nestes assuntos, mas isto não quer dizer que não possamos lutar pela mesma causa (Anti-NOM). No fórum, que acolhe todos com a ideologia anti-nom, muitas vezes temos que apartar brigas de diferentes ideologias, e o que geralmente falo é para nos unirmos através daquilo que temos em comum do que nos separar pelas diferenças. Já não somos tantos assim, se ainda formos querer escolher quem irá participar nesta guerra da informação conosco, nunca chegaremos a lugar algum.

Em relação ao comentário do sr.Fernando Negro "Para além disso, do pouco que posso ver sobre o livro, também me parece ser uma exposição ridícula da NOM - e, consequentemente, uma tentativa de ridicularizar quem a denuncia. Pois, estar a ligar o projecto HAARP ao fenómeno do controlo mental é uma absurdidade.", coincidentemente já estava preparando deste ontem um artigo sobre o controle remoto da mente, ou o envio de sons remotamente para dentro da cabeça de seres humanos. Apesar de soar absurdo, realmente existe muito estudo real feito desdo os anos 60. Antes de desacreditar algo, por favor, pesquisem...

Recomendo que leiam a introdução ao livro (logo abaixo), poderá esclarecer muita coisa.

Já em relação a menção de Gilberto Gil, considero o exemplo um pouco infeliz, não pelo que foi falado abaixo, mas principalmente pelo Gil passar em suas letras e capas de discos elementos da simbologia maçônica/ocultista. 

De qualquer forma, peço para que os leitores, após se informarem melhor do conteúdo do livro (1º capítulo logo abaixo), para que tenham o devido respeito em seus comentários.

Abaixo a resposta do autor, já publicada nos comentários:

Caro Gestor do blog anti-nom, li um comentário no seu blog e, confesso, relutei a responder.
Mas, confiando no direito de defesa que sei existir neste blog, o qual fica desde já autorizado a reproduzir essa minha nota, trago abaixo as seguintes palavras a respeito.
A pessoa que se identifica por Fernando Negro, sem saber nada sobre mim e tampouco sobre minha obra, dá a entender que sou mais um oportunista que deseja aproveitar a onda ANTI-NOM. Não contente, o mesmo senhor afirma que pretendo tornar ridículo o tema.
Há, ainda, num comentário acima, alguns link referentes a outras obras minhas que têm book trailers públicos.
Bem, eu tive a sorte de poder ter mais de uma formatura de nivel superior, de ter atuado em várias atividades, de ter lecionado para milhares de alunos, de ser ufologo, de estudar e ter uma vasta biblioteca sobre diversos temas, o que, tudo somado, me permite ter embasamento para escrever e falar.
Escrevo há mais de vinte anos e graças aos céus tenho inspiração para escrever sobre qualquer tema de ficção, navegando por qualquer seara da literatura, inclusive, como se vê em A REGRA (um livro sobre alienigenas) e A GEMEA DE CRISTO (ficção historica).
Honrou-me o fato de ver o blog ANTI-NOM divulgar a minha obra BLINDFOLDED, resultado de estudos, inclusive in loco, de mais de três anos.
E, nessa trilha, gostaria de dizer ao honrado senhor Fernando que, diferente do que ele pensa, eu não sou o primeiro a enfrentar temas como a Nova Ordem Mundial ou outros similares utilizando a literatura ou outro meio para levar a mensagem à grande massa.
Não há proibição em usar a literatura, a música, as artes para tanto.
Chico Buarque, Geraldo Vandré, Gilberto Gil, Raul Seixas e tantos outros, diziam e criticavam elegantemente através da música. Carlos Drumonnd por meio da poesia. Jorge Amado pela literatura ridicularizava os coroneis.
Mas, infelizmente, o senhor Fernando, sem nem conhecer minha obra, ou por algum outro obscuro motivo, resolveu escrever ao blog somente para atacar algo que nem chance de defesa permitiu.
Convido-o senhor Fernando, e a outra pessoa que escreveu como anonimo, a lerem minha obra (estarei enviando alguns exemplares para sorteio no blog). Depois disso, aí sim, se desejarem, façam suas críticas, sempre construtivas e em alto nível, sem insinuar que este ou aquele, no caso eu, sou mais um oportunista, porque isso não é justo.
Autorizo o blog a publicar essa nota, se assim o desejar.
Desejo a todos muita paz e confiança em dias melhores.
J. Marins


Segue introdução e primeiro capítulo:

FATO UM
Todas as citações feitas nesta obra referentes aos efeitos sobre o controle mental dos humanos por emissão de ondas de luz ou de ondas eletromagnéticas sob a forma de energia, especialmente em baixa freqüência, podem ser perfeitamente consultadas nos websites oficiais da Nasa e do Comando Aéreo dos Estados Unidos, assim como no Sistema Integrado de Defesa da Organização das Nações Unidas.
As ondas HAARP constituem parte do Projeto Militar de Defesa dos Estados Unidos, e os seus laboratórios principais estão situados no Alasca.
Em 1993 começou a funcionar o projeto sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, objetivava compreender o funcionamento das transmissões de ondas de rádio e feixes de luz na faixa da ionosfera. 
O projeto tinha como objetivo preponderante ampliar o conhecimento sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre, facilitando o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares. 
A possibilidade das ondas refletirem na atmosfera, descendo sob a forma de feixes luminosos e atingirem os cérebros humanos, alterando-lhes a freqüência e a estabilidade, é, segundo os estudiosos, plenamente possível, com efeitos ainda não totalmente compreendidos, sendo efetivamente crível que possam as ondas modificar os sistemas de comandos neurais, abrindo portas para o controle mental de populações inteiras.
Isso não é simplesmente teoria da conspiração. É fato. Resta saber quais serão as finalidades práticas e os efeitos de projeto tão audacioso. 
_______________________§ §_______________________
FATO DOIS
As citações relacionadas ao Clube de Bilderberg feitas nesta obra são factuais. Fundado em 1954 pelo príncipe Bernhard, da Holanda, pelo primeiro-ministro belga Paul Van Zeeland, pelo conselheiro político Joseph Retinger e pelo presidente da multinacional Unilever, o Clube tem como princípio promover o intercâmbio de interesses comuns e debater assuntos relevantes a nível mundial.
Suas reuniões ocorrem, de fato, anualmente, desde sua criação. 
O nome Bilderberg vem do hotel holandês que abrigou a primeira reunião. Atualmente, os encontros do Clube reúnem cerca de 120 personalidades influentes na política, na economia, na indústria, nos esportes, nos meios acadêmicos e na mídia.
Também são factuais as informações relativas ao clube privado Bohemian Grove, existente em Monte Rio, na Califórnia.

Baixe aqui o primeiro capítulo (PDF)

Fontes:

- Projeto Teia: J. Marins lança BLINDFOLDED e A CASA NÚMERO 11
- Blindfolded, Reação - J. Marins
- Bookeando: Divulgada capa de “Blindfolded – Reação”, primeiro volume da trilogia de J. Marins

12 comentários:

Anônimo disse...

Prezado Responsável do site e do fórum,

Não seja ingênuo e refine bem melhor seu trabalho de pesquisa.

Isso é um tremendo cavalo de tróia para pegar os incautos.

Veja os dois trailers dos livros anteriores:

Book trailer A Regra - O homem que nunca existiu: http://www.youtube.com/watch?v=5Y7AyVg0qjk

Book Trailer A Gêmea de Cristo Autor J. Marins:
http://www.youtube.com/watch?v=Y2pwseGw1Hs

Refaça a indicação junto as pessoas que lhe seguem, pois é de certa maneira responsável por elas naquilo que publica.

Deus lhe abençoe meu irmão.

Luiz Fernandes

Fernando Negro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Fernando Negro disse...

Soa-me a operação psicológica...

Não irei ler o livro. Pois, aprendo sobre a Nova Ordem Mundial em obras, em vários formatos, sobre factos reais e não através de obras de ficção.

Estar a retratar possíveis componentes do projecto da NOM em obras de ficção não só é desnecessário - pois, existem muitas obras de qualidade sobre o Mundo em que realmente vivemos e o que está agendado para nós no Futuro, que muito bem denunciam tal projecto - como contraproducente - pois, gera uma confusão, nas pessoas, entre realidade e ficção.

Pode haver excepções - como foi o caso do livro "Conspiração Octopus", do Daniel Estulin. Mas, essa excepção foi criada como uma medida de defesa, para segurança do próprio autor, tal como o próprio explica.

Creio que devemos evitar estar a criar confusão entre mundos imaginários e o mundo bem real e preocupante em que vivemos.

Para além disso, do pouco que posso ver sobre o livro, também me parece ser uma exposição ridícula da NOM - e, consequentemente, uma tentativa de ridicularizar quem a denuncia. Pois, estar a ligar o projecto HAARP ao fenómeno do controlo mental é uma absurdidade...

Reitero o que foi dito no comentário anterior... Desconfie sempre das várias fontes com que se depare. E submeta-as sempre à sua análise informada e sentido crítico, para filtrar as mesmas.

É o Dan Brown a surgir - logo na altura em que estes começam a ser expostos em todo o Mundo, e sem que ninguém antes se tivesse lembrado de tal coisa - com uma obra fantasiosa sobre os Illuminati, é a constante referência a estes em argumentos absurdos de filmes e novelas americanas...

O que tudo isto me parece ser é uma tentativa de desacreditar quem anda a denunciar este tipo de assuntos. Saturando o mundo da ficção com este tipo de argumentos para que, quando alguém vá denunciar isto perante outras pessoas que desconheçam realmente o que se passa, mas que já se tenham deparado com este tipo de obras, leve com o cepticismo e o gozo dos ignorantes, através de respostas do tipo: "Ahah Tu andas mas é a ler livros, ou a ver filmes, a mais..."

Isto, e uma tentativa de gerar confusão e emitir desinformação, sobre este tipo de assuntos, entre quem é ainda apenas um iniciado nos mesmos - e, quando bem sucedida entre estes mesmos iniciados, também uma maneira de desacreditar os mesmos.

J. Marins disse...

Caro Gestor do blog anti-nom, li um comentário no seu blog e, confesso, relutei a responder.

Mas, confiando no direito de defesa que sei existir neste blog, o qual fica desde já autorizado a reproduzir essa minha nota, trago abaixo as seguintes palavras a respeito.

A pessoa que se identifica por Fernando Negro, sem saber nada sobre mim e tampouco sobre minha obra, dá a entender que sou mais um oportunista que deseja aproveitar a onda ANTI-NOM. Não contente, o mesmo senhor afirma que pretendo tornar ridículo o tema.

Há, ainda, num comentário acima, alguns link referentes a outras obras minhas que têm book trailers públicos.

Bem, eu tive a sorte de poder ter mais de uma formatura de nivel superior, de ter atuado em várias atividades, de ter lecionado para milhares de alunos, de ser ufologo, de estudar e ter uma vasta biblioteca sobre diversos temas, o que, tudo somado, me permite ter embasamento para escrever e falar.

Escrevo há mais de vinte anos e graças aos céus tenho inspiração para escrever sobre qualquer tema de ficção, navegando por qualquer seara da literatura, inclusive, como se vê em A REGRA (um livro sobre alienigenas) e A GEMEA DE CRISTO (ficção historica).

Honrou-me o fato de ver o blog ANTI-NOM divulgar a minha obra BLINDFOLDED, resultado de estudos, inclusive in loco, de mais de três anos.

E, nessa trilha, gostaria de dizer ao honrado senhor Fernando que, diferente do que ele pensa, eu não sou o primeiro a enfrentar temas como a Nova Ordem Mundial ou outros similares utilizando a literatura ou outro meio para levar a mensagem à grande massa.

Não há proibição em usar a literatura, a música, as artes para tanto.

Chico Buarque, Geraldo Vandré, Gilberto Gil, Raul Seixas e tantos outros, diziam e criticavam elegantemente através da música. Carlos Drumonnd por meio da poesia. Jorge Amado pela literatura ridicularizava os coroneis.

Mas, infelizmente, o senhor Fernando, sem nem conhecer minha obra, ou por algum outro obscuro motivo, resolveu escrever ao blog somente para atacar algo que nem chance de defesa permitiu.

Convido-o senhor Fernando, e a outra pessoa que escreveu como anonimo, a lerem minha obra (estarei enviando alguns exemplares para sorteio no blog). Depois disso, aí sim, se desejarem, façam suas críticas, sempre construtivas e em alto nível, sem insinuar que este ou aquele, no caso eu, sou mais um oportunista, porque isso não é justo.

Autorizo o blog a publicar essa nota, se assim o desejar.

Desejo a todos muita paz e confiança em dias melhores.

N

Anônimo disse...

Vacina contaminada com virus de porco no Reino Unido:

Jabs for babies: Pig virus-contaminated vaccine for stomach virus to be administered to small infants in UK

The Alex Jones Channel Alex Jones Show podcast Prison Planet TV Infowars.com Twitter Alex Jones' Facebook Infowars store

Ethan A. Huff
Natural News
November 26, 2012

The push is on to get as many newborn babies as possible vaccinated for rotavirus in the U.K., as health officials unveil a new vaccine program that they claim will reduce hospital admissions for the stomach bug. BBC News reports that the U.K. Department of Health will begin administering the oral drop-based vaccine Rotarix, which is manufactured by GlaxoSmithKline (GSK), to children beginning in September 2013, even though the controversial vaccine has previously been found to harbor viral fragments of a swine virus known as porcine circovirus 1, or PCV1.

Following the lead of the U.S., Australia, and several other countries in Europe that have already adopted the use of Rotarix in small infants, British health officials are currently talking up the alleged benefits of the vaccine in order to gain public approval for its widespread introduction. According to official claims, the vaccine program, if implemented as intended, will cost the public health system in the U.K. the equivalent of nearly $40 million a year, while only purportedly saving it about $32 million a year.

But missing from the conversation is any talk about the very serious side effects of Rotarix, which just so happens to contain live attenuated virus. According to the U.S. Food and Drug Administration (FDA), infants given Rotarix are twice as likely to develop intussusception, a potentially-deadly medical condition in which the intestines become blocked (http://www.fda.gov). Based on the figures, the risk of dying from these vaccine complications is likely higher than the risk of dying from rotavirus, which is relatively low.

Beyond these direct side effects, it was uncovered back in 2010 that every batch of Rotarix ever produced since the vaccine’s initial introduction back in 2008 has been contaminated with viral genetic material of PCV1. As reported by the National Vaccine Information Center (NVIC) at that time, foreign DNA from this swine virus had apparently contaminated GSK’s working cell bank and viral “seed” stock long before the vaccine even hit the market, which means millions of children have potentially become exposed to this tainted vaccine material. (http://www.fda.gov)

According to the FDA’s website, neither the agency nor GSK know how foreign DNA from PCV1 came to be present in Rotarix in the first place, and the two entities are supposedly still “investigating this question.” Meanwhile, the Rotarix vaccine is still in widespread use, and health authorities are continuing to push parents to subject their young babies to this questionable vaccine that, at best, only helps reduce the number of days an infant suffers from diarrhea. With this in mind, do the risks of the vaccine truly outweigh its alleged benefits?

Sources for this article include:

http://www.bbc.co.uk/news/health-20268350

Anônimo disse...

Peço desculpa ao Sr. J. Marins, mas citar o Chico Buarque e Gilberto Gil, pessoas que se venderam à NOM, como exemplos a ser seguidos, isso demonstra uma certa ingenuidade da sua parte. Gilberto Gil já foi chamado de Maria Antonieta da Nova República, quando dizia que o salário de Ministro da Cultura não era suficiente para comprar nem mesmo a sua roupa e pedia liberação da dedicação exclusiva ao cargo, ou seja, ele queria ser ministro nas horas vagas.

Chico Buarque vendeu-se abertamente à Dilma e os blogs que estão expondo este fato estão sendo removidos do ar.

Só resta esperar que o Sr. J. Marins não siga os exemplos do Chico e do Gil, traidores do povo e dos seus fãs.

Anônimo disse...

Poxa, J. Marins, tu elogias Chico Buarque e Gilberto Gil??!! Agora só faltou elogiar Dilma, Lula, PT, Zé Dirceu, etc... Eu não quero seu livro não!!!

Fernando Negro disse...

J. Marins,


Refute, da maneira que quiser, as minhas afirmações - que eu estou cá para responder por elas.

E pode, se quiser, dirigir-se a mim, pessoalmente, aqui nesta secção de comentários, se mais alguma coisa quiser dizer.

De facto, não o conheço, nem ao seu trabalho. E, para ser sincero, mesmo com o que você acrescentou sobre o seu currículo - como "ufólogo" e afins - não me sinto interessado em conhecer esta ou as suas restantes obras.

Eu não afirmei que você "é" isto ou aquilo. Apenas afirmei o que me parece ser esta sua obra - e, por conseguinte (para quem quiser extrapolar, a partir daí) o que me parece ser também o autor da mesma, se quiserem...

(Repare que utilizei os termos "soa-me" e "me parece ser".)

Há uma grande diferença.

Pois, eu pelo menos, sou cuidadoso na linguagem que utilizo. E não acuso ninguém, do que quer que seja, sem ter bons fundamentos para tal.

Estava meramente - e penso que, também, claramente - a exprimir uma opinião, ou uma suspeita, pessoal, que achei ser de interesse partilhar com quem leia a colocação original. E não a afirmar que você "é", em definitivo e sem qualquer sombra de dúvida, isto ou aquilo.

É um direito que tenho. Da mesma maneira que você tem o direito de escrever os livros que quiser. (Pelo menos, enquanto as coisas não ficarem piores.) E não me sinto, de algum modo, desonrado por estar a exercê-lo.

Desde que nenhum de nós parta para os insultos pessoais, difamações, calúnias ou falsas afirmações sobre os outros, não vejo qualquer problema nisso.

Mantenho o que disse, de achar todas estas novas obras, que agora surgem - incluindo a sua - ridículas e também muito suspeitas.

É, como eu disse, uma opinião pessoal. E vale o que vale. E posso acrescentar que quando alguém faz críticas que eu considero ridículas ao meu trabalho - coisa a que eu considero que têm direito - eu, pessoalmente, nem me dou ao trabalho de responder às mesmas...

Mas que cada um leia o que eu digo, o que você escreve nos seus livros e o que você aqui contra-argumenta, relativamente ao que eu digo, e formule também as suas próprias opiniões.

Fernando Negro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Fernando Negro disse...

(Relativamente ao que foi acrescentado à colocação original - e que já pude ler...)

Gostaria só de acrescentar, a propósito da parte em que leio

"De qualquer forma, peço para que os leitores (...) tenham o devido respeito em seus comentários."

que não considero que o que eu tenha feito - que foi simplesmente exprimir a minha opinião pessoal sobre (ou fazer uma crítica a) o livro em causa - tenha constituído uma "falta de respeito".

Mas sim, que foi antes, como disse, um simples exercício da minha Liberdade de Expressão, que, creio eu, não ultrapassou os limites da dignidade, decência ou mesmo legalidade.

(Se alguém não gostou de a ler, é outra coisa... Mas, não creio que tenha feito qualquer tipo de afirmações reprováveis...)

O que eu fiz, é algo que, aliás, todos os dias fazem inúmeros escritores por este Mundo fora, relativamente a todo o tipo de obras que são publicadas, expostas ou lançadas.

(E posso, já agora, acrescentar que - para mim - qualquer tipo de publicidade, através da crítica, só ajuda é a chamar a atenção para uma certa obra - sendo sempre, em última análise, caso seja de uma boa obra que se trate, algo benéfico para o sucesso da mesma...)

Que devia eu ter feito, então? Estar calado e não avisar ninguém de algo que eu suspeito ser mau, ou mesmo prejudicial?

Não sabia que havia pessoas tão sensíveis à crítica...

Anônimo disse...

Achei interessante uma colocação acima que diz que Gilberto Gil já foi chamado de Maria Antonieta da Nova República. De fato, houve artigos de jornais na época falando a respeito. Pesquisei na net, mas não encontrei nada. Porém, descobri uma nova Maria Antonieta no Brasil: a Bethanieta, segundo artigo no blog abaixo:


16 de março de 2011 às 16h17
Maria Bethânia virou a Maria Antonieta da cultura nacional

http://oesquema.com.br/bateestaca/2011/03/16/maria-bethania-virou-a-maria-antonieta-da-cultura-nacional/

e um comentário sobre o Caetano:

http://oesquema.com.br/bateestaca/2011/02/11/caetano-veloso-declara-guerra-ao-seculo-21/

"Se o Caetano for em política como ele é com a era digital, daqui a pouco vai estar fazendo campanha pela volta da Monarquia."

E do Chico Buarque, que é acusado de se vender ao PT, encontrei o seguinte:

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/cultura/chico-buarque-recebe-empurrao-financeiro-da-irma-ana-de-hollanda/

Chico Buarque vai receber uma ajuda financeira indireta do Ministério da Cultura, comandado pela irmã Ana de Hollanda. O empurrão financeiro vai ajudá-lo a vender livros no mercado asiático.

A Biblioteca Nacional acaba de aprovar o financiamento para a tradução para o coreano do livro Leite Derramado. Em 2011, o MinC chegou a cancelar o apoio da tradução do mesmo livro para o francês devido à possibilidade de conflito fraternal de interesses.

Agora, amparado em decisão da Comissão de Ética Pública, Ana não tem mais obstáculos legais para ajudar o irmão.

Anônimo disse...

Continuando o comentário acima, causa certa desconfiança quando o Sr. J. Marins enumera Gilberto Gil e Chico Buarque como exemplos a ser seguidos, considerando que eles dizem uma coisa e fazem outra, talvez o oposto do que dizem.

Assim sendo, surge a dúvida, se o J. Marins desconhece o comportamento na vida real destes "heróis", o que seria ingênuo, ou se faz vista grossa das contradições destes "heróis", o que seria no mínimo anti-ético.

De qualquer modo, foi o comentário do próprio J. Marins (e não os demais que criticaram seu livro) que mais prejudicou a imagem de sua obra. Pois elogiar pessoas que aderiram ao poder da elite contra o povo, como fez Maria Antonieta, está na verdade promovendo a Nova Ordem Mundial, contradizendo o suposto escopo de seu livro.

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