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FORA, HADDAD! Alunos do Acre, governado pelo PT, estavam sendo obrigados a assistir filmes do “kit gay” vetado por Dilma

domingo, 5 de junho de 2011 |

Você já gritou hoje “FORA, HADDAD!”? Ainda não? Então tem agora mais um motivo para fazê-lo. Atenção! O tal “kit gay” já tinha sido distribuído a escolas de Rio Branco, capital do Acre — governado por Tião Viana, do PT — e, consta, de Recife, o que não consegui confirmar.

Isso significa que, para não variar, Fernando Haddad, ministro da Educação — aquele que acha mais evoluído matar pessoas depois de ler livros do que matá-las sem os ter lido —, deixou de dizer a verdade ao afirmar que o material não tinha sido ainda aprovado pelo MEC.

É escandaloso que o governador Tião Viana permita que os estudantes do Acre tenham acesso a uma material considerado inadequado por diversos especialistas e que foi vetado pela própria presidente da República. Pior: os alunos estavam sendo obrigatoriamente submetidos às sessões, o que, na prática, até
um secretário de estado admite.

FORA, HADDAD!

Leiam o que informa agazeta.net, do Acre:

Governo suspende distribuição do Kit Gay em Rio Branco

O secretário [Henrique Corinto, de Justiça e Direitos Humanos] foi convocado pela bancada evangélica na Assembléia Legislativa do estado para explicar denúncias de que estudantes da rede estadual de ensino estavam sendo obrigados a assistir aos vídeos distribuídos pelo MEC na luta contra a homofobia. Os deputados fizeram questão de assistir os vídeos na presença do secretário.

“Nós recebemos denúncias de estudantes e de pais de alunos que, na escola Armando Nogueira, os professores estavam obrigando os alunos a assistir aos vídeos. Muitos estudantes reclamaram que nem sequer puderam sair da sala, que foi trancada. O próprio diretor da escola confirmou que estava sendo obrigado pelo secretário de educação a exibir os vídeos”, explicou o deputado Astério Moreira (PRP).

Os deputados, que não gostaram do filme que trata da paixão de um adolescente do sexo masculino por outro do mesmo sexo, ficaram ainda mais indignados ao saber que, apesar de proibidos nos outros estados da federação, os vídeos continuaram a ser exibidos para os estudantes acreanos porque a ação faz parte de um plano piloto em execução em Rio Branco e em Recife. “Isso é crime. Quer dizer que estão usando nossas crianças como cobaias”?, reclamou a deputada Antônia Sales (PMDB).

Já o pastor José Wildson, presente à reunião, informou ao secretário que, se o governo insistisse na divulgação do material, a sociedade seria mobilizada contra a prática. “Se é proibido falar de religião nas escolas, por que é obrigado falar de homossexualismo? Não vejo bom senso nessa medida, e vamos reagir contra. Não podemos ser punidos por defender a família, o que não significa que sejamos contra os homossexuais. Somos contra a indução, a apologia à prática”, esclareceu o pastor.

Após a conversa de aproximadamente duas horas, o secretário de Direitos Humanos declarou suspensa a exibição dos vídeos nas escolas da rede pública da capital. “O assunto é polêmico e deve ser mais bem esclarecido. Não queremos alimentar polêmica; por isso decidi suspender a partir de hoje”, disse Henrique Corinto.

A propósito: Marina Silva, que é “governo” no Acre, vai se calar?


Fontes:

4 comentários:

André -RJ disse...

Engraçado como aparecem pseudo-psiquiatras nesses tipos de discussões, fazendo diagnósticos de homofóbicos às pessoas que não concordam com essas práticas. Quem aqui tem nível superior em medicina, com seu CRM e sua especialização em psiquiatria, que têm a habilidade profissional e o direito de diagnosticar alguém como homofóbico? Como acadêmico em medicina acho um absurdo a palavra homofobia, que é um psicopatia raríssima, em que a pessoa tem medo e aversão a homossexuais ser distorcida por pessoas totalmente leigas e sem embasamento técnico e científico do assunto, ser usada para incriminar qualquer tipo de discordância (eu não disse preconceito nem desrespeito) a respeito de tais práticas. Isso é um desrespeito à liberdade de expressão das pessoas, as quais têm o direito de criticar o que quiser. Isso está garantido na Constituição. Uma coisa é criticar. Outra é ofender. Respeito os homossexuais, pois tenho amigos com essa escolha sexual, mas não concordo com suas práticas por questões de opiniões minhas. Mas em nenhum momento os desrespeitei, e em nenhum momento tive aversão, medo e vontade de agredi-los. É uma verdadeira vergonha o investimento e a perda de tempo que o governo está usando para distorcer uma palavra que significa uma patoligia psiquiátrica para poder definir qualquer tipo crítica contra o homossexualismo com ela. Hoje “Homofobia” é da categoria de termos que, como “socialismo”, não pode ser definido jamais. Sua força está em sua indeterminação, atualizável quando necessário. Os donos do termo e de seu uso é que definem seu significado no momento certo. Em mais uma conferência da burocracia gay, foram criados outros termos de mesmo tipo, lesbofobia e transfobia. Ora, que país é esse onde qualquer grupo de interesse pode cunhar termos de conotação psiquiátrica e utilizá-los à revelia dos órgãos que seriam os responsáveis?
O que dizem os dirigentes brasileiros dos conselhos de medicina e psiquiatria? Foram postos “de quatro”, como ocorreu nos EUA? É interessante lembrar como o processo ocorreu lá, pois no Brasil se utiliza como autoridade o fato de a Associação Americana de Psiquiatria (APA) ter excluído o homossexualismo da categoria de desordem. Ou seja, autoridade ganha pela pressão política, ameaças, chantagem e suborno. E essa parece ser a origem da autoridade com que o movimento gay brasileiro se firma para impedir qualquer tipo de indagação no campo psiquiátrico com vistas ao entendimento e tratamento dos muitos casos conhecidos de homossexuais que sofrem com essa condição e buscam auxílio. O Conselho Federal de Psicologia emitiu uma resolução em 1999 (http://conjur.estadao.com.br/static/text/36041,1) se eximindo de abordar o tema.
Quando a ação direta de inconstitucionalidade ADI 3510 caiu, permitindo a pesquisa com células-tronco embrionárias, juízes e cientistas sentiram-se em uma posição “histórica”, “heróica” ante o “obscurantismo das posições conservadoras das trevas das crenças religiosas”. “Galileus modernos”, como diria Vamireh Chacon. Quem aqui defendia que tal pesquisa era um tremendo furo n’água científico, já tendo sido demonstrada sua ineficácia, além de eticamente condenável, era uma minoria de padres e pesquisadores na marginalidade da opinião pública.
Já quando o movimento gay põe suas patas sobre duas áreas do conhecimento humano, a psiquiatria e a psicologia, nossos iluminados calam-se, pois parece que há temas tabus aos nossos cientistas e juízes, ao que eles costumam chamar “trevas do obscurantismo”.
Assim como sindicatos e partidos políticos que não querem ver seus membros se afastarem e querem aumentar seus quadros e dependentes, o movimento gay age rapidamente para tentar calar qualquer oposição.
Faço novamente a pergunta: onde estão as autoridades psiquiátricas que não se manifestam, vendo um grupo de interesses criar, a partir da sarjeta, terminologias pseudocientíficas com intuito de imputar doenças imaginárias à sociedade e daí clamar pela higienização social?

Líder Rafael Muinarczyki disse...

André meus parabéns - não sei como seus argumentos não convencem o Sr. Lucas Henrique. Peço sua autorização para publicar tudo q vc falou em meu blog.
Lucas Henrique: "diferenças forem respeitadas" ? Creio que você só assiste globo pq lá não passam cenas do movimento gay invadindo igrejas e chamando a virgem maria de puta! Essas são as diferenças que vc quer ver respeitadas numa mentirosa e sanguinária nova ordem mundial?
Ah creio que vc vai dizer: Os homosexuais foram oprimidos demais e essa é uma váuvula de escape que ninguém poderia controlar não é?
Logo logo a cartilha homosexual vai educar seu filho tb amigo (a não ser q suas palavras seja hipócritas e seu filho estude em escola particular)!

Anônimo disse...

Só porque discordamos da doutrinação homossexual, a NOM deve ser bem vinda?

Cês querem mesmo um mundo em que as pessoas (inclusive os próprios homossexuais) são usadas pelos interesses de um pequeno grupo de ricassos diabólicos?

Cês querem mesmo um mundo em que todos se encontrarão escravizadas para satisfazer o sadismo desses monstros?

Cês querem mesmo serem igualados, mas não tratados por iguais? Cês querem uma miséria mundial, mas não querem que todos ganhem seu pão de acordo com seu próprio trabalho?

Cês querem um mundo em que um grupinho de tiranos decide quem vive e quem morre? E quanto de tempo de vida temos cada um? E como vamos viver?

Cês querem um mundo onde crianças são usadas como brinquedos sexuais? Os da NOM estão começando com a sensualização, sexualizando as crianças cada vez mais cedo e ainda por cima, as impondo comportamentos que talvez não queram ter.

Cada um descobre do que gosta sozinho, não é? Então deixe que cada um faça sua própria escolha. Ninguém deve ser forçado a ser homossexual, só pra agradar um bando de ativistas que querem um mundo onde a pedofilia vai ser lei!

Vocês esquerdistas são muito esquisitos.

Mas não adianta explicar, vocês NÃO querem entender e NUNCA vão querer. Não ligamos se vocês são homossexuais ou não, mas vocês querem impor isso como se fosse saudável e natural. Não é. Vocês pensam que são o que? São apenas humanos, de carne e ossos, como nós, os "homofóbicos".

Esmeralda Castro, SP.

caio barros disse...

essa bruna tá falando na cara dura que é a favor da NOM, porque não excluem esse troll de uma vez?!

bruna, vá pra blogs esquerdistas se quiser ler coisas "politicamente corretas", aqui vc vai ler o que tiver de ser lido e acabou! o mundo não é pra ser o que te ensinaram, isso está bem explicito no titulo do blog.

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