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British Council Gasta mais de R$ 300 Mil Libras Recrutando Ativistas Climáticos no Brasil

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 |
O British Council, orgão governamental do Reino Unido, cujo objetivo é promover a cultura britânica internacionalmente, gastou mais de 71 mil libras esterlinas, ou seja, mais de 205 mil reais, para recrutar uma rede de ativistas climáticas no Brasil.

Segundo a página do British Council do Brasil, eles trabalham para desenvolver laços mais fortes e maior entendimento mútuo entre o Brasil e o Reino Unido, e procurar atualizar e melhorar a percepção do Reino Unido no Brasil.

Através de um pedido pela Liberdade de Informação, sabe-se agora que o British Council vem despejando milhões de libras dos contribuintes britânicos no alarmismo do aquecimento global, ops, quero dizer, mudança do clima. Do total de 2.5 milhões, Foram 303 mil libras para a China, 71 mil para o Brasil, 53 mil para o Japão, 70 mil para a Índia (incluindo 11 mil para o instituto Teri, de Rajendra Pachauri), 77 mil para o Qatar e 50 mil para os EUA, entre outros.

São 100.000 ativistas recrutados no mundo inteiro em 60 países, liderados por 1.300 "Campeões Internacionais do Clima", para participar em "redes internacionais, pessoalmente e on-line, para compartilhar idéias, projetos e experiências".

O que é confortante saber, é que este projeto está sendo liderado pelo ativista de alterações climáticas Dr. David Viner, ex-empregado da East Anglia Climatic Research Unit (centro do escandalo Climategate), que se tornou famoso por prever em 2001, que dentro de poucos anos a neve do inverno no Reino Unido se tornaria "um evento muito raro e emocionante".


Fontes:

Um comentário:

cris disse...

Interessante matéria. Contudo, vejo que diante da lavagem cerebral imposta acerca da temática do "Global Warming" durante décadas, não me parece tão simples para o cidadão comum, abdicar, de uma hora para outra, do conceito de aquecimento global antropogênico ou aceitar que o planeta esteja passando por um processo de resfriamento , mesmo em face das evidências científicas. Até mesmo porque não é possível ter acesso direto a essas pesquisas sobre o clima. O acesso se dá de forma indireta através da interpretação de especialistas: pessoas capacitadas para o experimento, observação e leitura de dados. Daí surgem diversas indagações entre os leigos ou pessoas comuns.
Talvez tenhamos sido globalmente induzidos ao erro e essa é uma forte possibilidade. Entretanto, pessoas engajadas em causas ambientalistas podem de fato estarem dando crédito às informações oficiais e atuando embasadas em critérios de fé, em detrimento dos critérios da ciência. Eles podem estar sendo utilizados e manipulados por grupos poderosos que de fato detêm o conhecimento e atuando em favor de interesses hegemônicos de forma inconsciente. Mas essa é apenas outra possibilidade. Parabéns pela matéria.
No link abaixo Lord Monckton debate com uma ativista do Greenpeace: http://www.youtube.com/watch?v=dNYb50s0fTs
Considerei esse vídeo interessante.

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